Resolução garante uso de nome social para assistentes sociais travestis e transexuais

Normativa é um marco na defesa dos direitos humanos. Leia a entrevista especial com o assistente social, professor e transexual, Guilherme Silva de Almeida
Cartaz da campanha do Conjunto CFESS-CRESS lançada em 2006

O dia 9 de setembro de 2011 se tornou um marco histórico do Serviço Social no que diz respeito à atuação do Conjunto CFESS-CRESS em defesa dos direitos humanos. Isso porque foi publicada, no Diário Oficial da União (DOU), a Resolução CFESS nº 615/2011, de 8 de setembro de 2011, que permite à assistente social travesti e ao/à transexual a utilização do nome social na carteira e na cédula de identidade profissional. Com a normativa, será permitida também a utilização do nome social nas assinaturas decorrentes do trabalho desenvolvido pelo/a assistente social, juntamente com o número do registro profissional.

Na elaboração do documento, foram considerados diversos argumentos em defesa do direito à livre identidade de gênero de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT), entre eles: o artigo 5° da Constituição Brasileira, que dispõe que todos/as são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, onde assegura os direitos fundamentais à igualdade, à liberdade, ao respeito e à dignidade da pessoa humana; o objetivo do Conjunto CFESS-CRESS em lutar por uma sociedade radicalmente justa e democrática, sem preconceitos de origem, raça, etnia, sexo, orientação sexual, identidade de gênero, cor, idade ou quaisquer outras formas de discriminação, em consonância com o Código de Ética do/a assistente social; e que toda pessoa tem direito ao tratamento correspondente a sua identidade de gênero, que diz respeito à experiência interna e individual do gênero de cada indivíduo.

"Devemos nos sentir absolutamente felizes por permitir o reconhecimento, na prática do Conjunto CFESS-CRESS, dos valores firmados no Código de Ética Profissional, na perspectiva da radicalização da justiça em que, a meu ver, não deve dar lugar a qualquer tipo de discriminação nem de opressão", afirmou a assessora jurídica do CFESS, Sylvia Terra.

"Chamar uma pessoa travesti ou transexual pelo nome social é um ato de reconhecimento de sua identidade de gênero, preservando e promovendo assim o preceito Constitucional do respeito à dignidade humana", disse, em nota, o presidente da Associação Brasileira LGBT, Toni Reis, parabenizando o Conjunto CFESS-CRESS pela normativa.

Desde 2006, quando o Conjunto CFESS-CRESS lançou a campanha pela liberdade de orientação e expressão sexual "O amor fala todas as línguas: assistente Social na luta contra o preconceito", em parceria com as entidades políticas LGBT, e publicou a Resolução 489/2006, que estabelece normas vedando condutas discriminatórias ou preconceituosas, por orientação e expressão sexual por pessoas do mesmo sexo, no exercício profissional do/a assistente social, o CFESS tem acompanhado às demandas desses sujeitos coletivos e apoiado ações que contribuam para superar preconceitos e violações de direitos. E segundo a coordenadora da Comissão de Ética e Direitos Humanos do CFESS, Marylucia Mesquita, a Resolução recém-publicada integra esse conjunto de ações.

"Respeitar a identidade de gênero significa afirmar que homens e mulheres são produtos da realidade social, e não decorrência da anatomia de seus corpos. E a publicação da Resolução reafirma os princípios do nosso Código de Ética Profissional que tem, acima de tudo, a perspectiva de uma sociedade emancipada, justa e igualitária", defendeu Marylucia. Ela acrescenta: "Em uma sociabilidade marcada pelo racismo, sexismo e heterossexismo, em que prevalece um padrão excludente de identidade de gênero, trazer a público a garantia de direitos para assistentes sociais travestis e transexuais é romper com a invisibilidade instituída socialmente e contribuir para problematizar e enfrentar a perversa lógica binária de que só se poder ser 'masculino ou feminino'. O debate em torno da travestilidade e da transexualidade põe em relevo a necessidade do respeito à diversidade humana. E, mais uma vez, mostramos que, apesar da contracorrente conservadora e moralista, seguimos com resistência coletiva em uma perspectiva libertária e em defesa dos direitos humanos", concluiu.

Como requerer o nome social na carteira e cédula profissional
A atual cédula de identidade profissional não prevê espaço para inserir o nome social e, portanto, a assistente social travesti e a/o transexual precisam requerer a inclusão do nome social na Carteira de Identidade Profissional.

Com a necessidade de recadastramento da categoria, serão produzidas novas cédulas de identidade profissional e nestas será garantido espaço para o nome social, conforme prevê o parágrafo 1º da Resolução nº615/2011: "as Carteiras e Cédulas de Identidade Profissional, a partir da nova expedição pelo CFESS, serão confeccionadas contendo um campo adequado para inserção do nome social do/a assistente social, que assim requererem".

Para requerer o nome social na carteira de identidade profissional, o/a assistente social deverá solicitar ao Conselho Regional de Serviço Social (CRESS) de seu estado, quando, então, o nome social será inserido no documento no campo "nome", sendo o nome civil grafado na linha seguinte, até que os novos documentos sejam expedidos.

A carteira de identidade profissional vale como identidade em todo o território nacional e o direito de solicitar um novo documento, com o nome social, já está em validade.

ENTREVISTA ESPECIAL
Guilherme Silva de Almeida - "O uso do nome social é expressão de acesso a direito"

Guilherme, assistente social, professor de Serviço Social e transexual: "O uso do nome social é expressão de acesso a direito" (foto: Tania Pinafi)

Antes de judicialmente conquistar o direito a alterar seu nome e sexo, o assistente social, professor de Serviço Social e transexual, Guilherme Silva de Almeida, precisava assinar os documentos relacionados à sua prática profissional com um nome feminino. Após a sentença, ainda precisou suportar por um tempo esta situação até que seus novos documentos fossem emitidos. O primeiro a ser emitido foi a carteira de identidade profissional pelo CRESS-RJ.  Ela não foi a primeira por acaso: o profissional contou com a seriedade e compromisso ético da entidade, o que a fez emitir o mais rapidamente possível o novo documento. Isto aconteceu em 2010.

Agora, a publicação da Resolução nº615/2011 permite que assistentes sociais, cuja identidade/expressão de gênero entram em discordância com os termos originais de seus documentos, como travestis e transexuais, possam utilizar o nome social na carteira e na cédula de identidade profissional e não mais precisem assinar os documentos relacionados à sua prática profissional com nomes que não correspondem à sua expressão de gênero.

Para entender o que muda com a normativa e, principalmente, o significado ético-político que ela carrega, conversamos com Guilherme, que falou um pouco de sua trajetória profissional.

  CFESS | O que significa para você a publicação da Resolução nº 615/2011, que permite à assistente social travesti e ao/à assistente social transexual a utilização do nome social na carteira e na cédula de identidade profissional?

Guilherme | Trata-se de uma imensa satisfação por integrar uma categoria profissional sensível, que em suas entidades demonstra compromisso político com o enfrentamento de uma grave violação de direitos dos/as trabalhadores/as travestis, transexuais, cross dressing ou que mantenha qualquer outra expressão de gênero em divergência com o nome e o sexo presentes em seus documentos originais. Não poder utilizar o nome que de fato lhe identifica limita as possibilidades de seleção para vagas de trabalho, favorece a ocorrência de situações de desrespeito e humilhações por colegas, chefias e até usuários. E, por relacionar-se com o sistema classificatório mais primário de nossa sociedade, traz prejuízos à saúde destes/as trabalhadores/as. Como disse a ativista travesti e profissional de saúde, Fernanda Benvenuti, numa reunião com o Ministério da Saúde, em Brasília, "o nome social não é apenas uma questão de reconhecimento subjetivo, é uma questão de saúde pública". Se hoje, o setor público federal reconhece o nome social de seus/suas trabalhadores/as, o mesmo ainda não acontece na maior parte dos estados e municípios brasileiros. Além disso, os/as trabalhadores/as da iniciativa privada somente gozam desta prerrogativa quando seus espaços ocupacionais demonstram interesse nesta questão, o que não ocorre na maioria absoluta das vezes. É comum que trabalhadoras transexuais, por exemplo, ostentem em lojas comerciais crachás contendo nomes masculinos e sejam obrigadas a utilizar os banheiros e uniformes masculinos. Por estes e outros motivos, muitas pessoas trans acabam abandonando trabalhos e/ou se inserindo no mercado informal e em atividades de trabalho, onde não precisem comprovar documentalmente suas identidades, perdendo direitos trabalhistas e previdenciários. No caso dos/as assistentes sociais, isto é impossível porque lidamos com documentos comprobatórios durante todo o cotidiano.

  CFESS | De que maneira você lidou com o fato de não poder utilizar, no seu exercício profissional de assistente social, até a publicação da Resolução, seu nome social, mesmo com sua identidade de gênero constituída?

Guilherme | Ao vocalizar publicamente minha identidade masculina e transexual, já exercia meu trabalho como professor, naquele momento da Universidade Federal Fluminense (UFF), campus Rio das Ostras (RJ). Foi um processo muito complexo de preparação para o enfrentamento de uma plena transição ao gênero masculino no exercício cotidiano da sala de aula e de todas as atividades que já realizava como docente: reuniões com colegas, bancas de concursos e avaliação de trabalhos, participação em eventos, pesquisa, entre outras. Fiz da verdade e do humor minhas principais ferramentas na construção de vínculos de solidariedade com cada um/a dos/as meus/minhas colegas docentes, funcionários/as e alunos/as. Especialmente alguns/algumas de meus/minhas colegas docentes do curso de Serviço Social e outros, foram fundamentais na preservação de uma cultura institucional respeitosa, onde pude ver meu nome progressivamente respeitado, inclusive fixado em murais e documentação interna, antes que a decisão judicial se efetivasse. Gostaria de destacar, especialmente a participação da chefia do Departamento ao qual estava vinculado, que teve a segurança necessária para que não temesse minha apresentação daquele momento em diante. Mais tarde, já na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), contei com o respeito de colegas docentes ainda no momento do concurso público, durante o qual, mediante uma solicitação por escrito no ato da inscrição, tive meu nome social respeitado. Após o meu ingresso formal, vivi por um longo período ainda sem os documentos comprobatórios e, é claro, fui submetido a situações de constrangimento como a de ter de me explicar para funcionários/as desconhecidos/as a cada vez que entregava ou assinava um documento e ter um currículo Lattes com um nome feminino que era consultado pelos/as alunos/as (como é direito deles/as). Contei também com o apoio da Direção e Departamento da Faculdade de Serviço Social e, também, com o reconhecimento da Reitoria, que me ofereceu uma solução paliativa: um salvo conduto que estabelecia meu direito ao uso do meu então nome social (atual nome de registro) no âmbito da UERJ. É óbvio que tal solução não resolveu o problema nem individual, nem coletivamente, mas foi um alívio para uma sequência de humilhações que, de fato, só foram superadas após a emissão dos novos documentos.

CFESS | Que outros obstáculos obstáculos você encontrou no seu exercício profissional por ser transexual?

Guilherme | O fato de ser assignado socialmente como do sexo feminino marcou inegavelmente minha trajetória profissional para além do Serviço Social. Comecei minha vida como explicador de crianças, depois alfabetizador e, mais tarde, assistente social: todas vistas como profissões femininas. São profissões coincidentemente socialmente desvalorizadas e mal remuneradas. É o prejuízo que muitas mulheres experimentam por serem mulheres e que, no meu caso, eu experimentei por ser visto como uma. Durante alguns anos, ocultei de meus empregadores privados e, mesmo do serviço público, o fato de que era transexual. Não falei do assunto, por temer a perda do emprego e/ou outras formas de discriminação, como assédio moral e não penso que aquele era um medo subjetivo, mas o produto de uma análise da forma como as instituições empregadoras lidavam com temáticas relacionadas às relações de gênero e diversidade sexual. Não podemos esquecer que há pouco tempo tivemos uma professora punida numa universidade privada mineira, por apenas fixar o cartaz da campanha do CFESS "O amor fala todas as línguas". Isso me impôs uma ética do segredo e uma preocupação constante de teatralizar comportamentos a fim de que fossem minimamente reconhecidos como femininos, o que é penoso do ponto de vista da saúde mental. O Serviço Social é uma profissão historicamente feminina e, portanto, há expectativas sociais que se refletem no interior da categoria que projetam o estereótipo da boa profissional: uma mulher repleta de qualidades tradicionalmente esperadas das mulheres e que são tidas como inerentes ao corpo biológico feminino. Além disso, poucos esperam homens assistentes sociais e ninguém espera um homem transexual assistente social. Durante um considerável período de tempo, restringi minhas publicações, por exemplo, por temer que o nome social com que eram então assinadas, não fosse reconhecido pelo sistema Lattes. Por outro lado, o fato de integrar uma profissão que me permitiu aperfeiçoar criticamente minha visão de mundo e participar da construção de conhecimentos acadêmicos que buscam não apenas conhecer a realidade social, mas transformá-la, potencializou minha capacidade de enfrentamento das dificuldades profissionais e pessoais que se seguiram.

CFESS | Continuamos a ler e assistir a notícias sobre crimes ligados ao preconceito e discriminação por orientação sexual e identidade de gênero diferentes do padrão dominante. Em que medida você avalia que atitudes como a do Conjunto CFESS-CRESS contribuem na luta contra a homofobia, lesbofobia e transfobia? 

Guilherme | São graves os crimes de ódio motivados, entre outros condicionantes sociais, pelo sexismo e pela homofobia. Alguns deles têm levado a morte e à violência física de lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e heterossexuais (muitas vezes confundidos como tais ou solidários aos mesmos). Estes crimes são terríveis, mas são apenas a ponta do iceberg de tantos outros que jamais são denunciados, por serem considerados menores.  A escritora Vírginia Woolf disse que "nada existe de verdade, enquanto não é descrito". Ora, a forma fundamental como nossa sociedade descreve, é a escrita. O nome social é a possibilidade de descrever no papel e imprimir seriedade ao que parece apenas uma fantasia. O Conjunto CFESS-CRESS posicionando-se desta forma, também se alinha à luta da maioria dos/as ativistas, pesquisadores do tema e/ou simplesmente cidadãos comprometidos com uma sociedade mais justa e igualitária, pela possibilidade de que a mudança de nome e sexo no Brasil não dependa de decisões judiciais, mas a exemplo de outros países, possa ser uma simples decisão feita em cartório, que prescinda inclusive de modificações corporais.

CFESS | Ficou garantido na Resolução que os/as conselheiros/as e funcionários/as do Conjunto CFESS-CRESS deverão tratar a pessoa pelo prenome indicado. Em sua opinião, como deve ser a abordagem dessas pessoas para garantir o direito ao uso do nome social?

Guilherme | Vejo a simplicidade como a melhor das condutas. É preciso que haja estratégias de sensibilização destes/as trabalhadores/as que problematize, inclusive, os significados econômicos, políticos e subjetivos do sexismo e da homofobia. Estou convencido de que à revelia de que vivamos num país onde o neoconservadorismo muitas vezes dá o tom em suas várias dimensões, muitas vezes sob a capa do fundamentalismo religioso, grande parte de suas manifestações pode ser suprimida por práticas educacionais que convidem à reflexão crítica. O uso do nome social é expressão de acesso a direitos e essa é uma prioridade no projeto ético-político da profissão. É um contrassenso negar direitos no escopo da própria categoria.

CFESS | Para efeito de orientação à categoria, como deve ser o tratamento/abordagem quando se referir aos/às usuários/as travestis e transexuais?

Guilherme | Todas as pessoas têm a resposta sobre a forma mais íntegra para serem tratadas. A exemplo da orientação sexual (hetero, homo, bissexual), na dúvida, pergunte a identidade de gênero do sujeito e não faça suposições. "Como você se sente?" É preciso estimular as perguntas e proporcionar o debate público destas questões e não tratá-las como questões íntimas apenas (e, portanto, fora dos espaços de atuação profissional), por isso também aceitei conceder esta entrevista.

Conselho Federal de Serviço Social - CFESS
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Concurso Prefeitura de Ribeirão Pires - SP

Prefeitura de Ribeirão Pires - SP abre concurso com 67 vagas de várias áreas
A partir da próxima sexta-feira, 23 de setembro, a Prefeitura de Ribeirão Pires, São Paulo, receberá inscrições para o concurso público destinado à contratação e formação de cadastro reserva de profissionais. São 67 vagas com salários de R$ 624,65 a R$ 2.312,68 por 20, 30 e 40 horas semanais. Conheça os cargos:
Alfabetizado - Agente de Serviços Gerais, Calceteiro, Carpinteiro, Eletricista, Encanador, Pedreiro e Pintor.
Fundamental - Assistente Administrativo, Auxiliar de Saúde Bucal e Motorista de veículos leves e pesados.
Médio/Técnico - Agente Fiscal de Posturas, Agente Fiscal de Obras, Agrimensor, Monitor de Programas Esportivos, Lazer e Recreação, Orientador de Arte (Desenho de moda, bateria/percussão, canto lírico, clarinete, contrabaixo acústico e elétrico, desenho artístico, fagote, flauta transversal, guitarra, musicalização infantil, oboé, percussão erudita, piano erudito, piano popular, teoria musical, trompa, trompete, tuba, viola erudita, violão erudito, violino e violoncelo), Técnico de Artes Marciais (judô, caratê e taekwondo), Técnico de Farmácia e Técnico em Saúde Bucal.
Superior - Analista Contábil Financeiro, Assistente Social, Engenheiro Civil, Fonoaudiólogo, Médico Psiquiatra, Professor de Artes e Inglês, Professor de Desenvolvimento Infantil, Técnico Desportivo e Terapeuta Ocupacional.
INSCRIÇÕES
Para concorrer, os interessados deverão se inscrever até às 20h59 do dia 20 de outubro, no site www.mouramelo.com.br, ou de forma presencial, na Prefeitura de Ribeirão Pires que fica na Rua Miguel Prisco nº 288, de segunda a sexta- feira das 9h às 17h.
No ato da inscrição será necessário apresentar o documento de identidade e comprovante de pagamento da taxa de inscrição no valor de R$ 18,00 para cargos de nível Alfabetizado, R$ 24,00 para Fundamental, R$ 30,00 para Médio e de R$ 51,00 para Superior.
PROVAS
Todos os candidatos serão avaliados por meio de provas objetivas previstas para serem aplicadas no dia 13 de novembro, em locais e horários que serão confirmados pela organizadora. Além de dessa avaliação, haverá análise de títulos para os Professores, teste prático para os cargos de Motorista, Calceteiro, Carpinteiro, Eletricista, Encanador, Pedreiro, Pintor, Assistente Administrativo, Orientador de Arte (desenho de moda, bateria - percussão, canto lírico, clarinete, contra baixo acústico, contra baixo elétrico, desenho artístico, desenho mangá, fagote, flauta transversal, guitarra, musicalização infantil, oboé, percussão erudita, piano erudito, piano popular, teoria musical, trompa, trompete, tuba, viola erudita, violão erudito, violino, violoncelo) e Técnico em Artes Marciais (boxe, capoeira, caratê e taekwondo).

Concurso Couto de Magalhães de Minas - MG

A Prefeitura mineira de Couto de Magalhães de Minas, receberá inscrições a partir do dia 16 de novembro para o concurso público com 46 vagas de vários níveis e salários que variam de R$ 545,00 a R$ 5.200,00 por jornadas de 20, 30 e 40 horas semanais.
CARGOS
Fundamental - Mecânico de Automóveis a Gasolina e Diesel, Motorista - Categoria D, Auxiliar de Serviços Gerais e Vigilante Patrimonial.
Médio - Agente Administrativo, Assistente de Serviços de Arquivo, Auxiliar de Biblioteca, Auxiliar de Serviços Administrativos, Digitador, Fiscal Tributário, Monitor de Creche, Recepcionista, Técnico de Enfermagem e Técnico em Laboratório.
Superior - Assistente Social, Cirurgião Dentista, Enfermeiro, Farmacêutico Bioquímico, Fisioterapeuta, Médico Clínico Geral, Nutricionista e Psicólogo.
INSCRIÇÕES
Para não perder essa oportunidade de ingressar na carreira pública municipal, os interessados deverão se inscrever até o dia 15 de dezembro, no site www.reisauditores.com.br, ou de forma presencial, na Prefeitura localizada na Rua Sebastião Francisco Mota nº 45, no centro de Couto de Magalhães de Minas, das 9h às 11h e das 13h às 16h. Haverá a cobrança da taxa de inscrição com valores que variam de R$ 30,00 a R$ 100,00.
PROVAS
A seleção será constituída provas objetivas para todos os cargos. Ela está prevista para ser realizada no dia 22 de janeiro de 2012, em locais e horários que serão divulgados pela organizadora.

Conferência Livre de assistentes sociais, psicólogos e demais defensores dos direitos da criança e do adolescente


 Os Conselhos Regionais de Serviço Social (CRESS) e de Psicologia (CRP) do RJ estão organizando, no próximo dia 30 de setembro, em âmbito estadual, uma Conferência Livre de assistentes sociais, psicólogos e demais defensores dos direitos da criança e do adolescente, e terá como tema "Escuta ou proteção? Os impactos da judicialização na rede de proteção à criança e ao adolescente".
A iniciativa da conferência partiu da reflexão realizada pelos Conselhos diante do chamado projeto "Depoimento Sem Danos", rebatizado de diversos outros nomes, como "Depoimento Especial" ou "Inquirição Especial", e que vem recebendo apoio de diversos órgãos do campo sociojurídico, mesmo com o posicionamento contrário dos Conselhos Federais de Serviço Social e de Psicologia.
Entretanto, a análise vai muito além da participação ou não de assistentes sociais e psicólogos nessa metodologia, que ainda está sendo pensada para ser implantada pelos Tribunais de Justiça do país (e do estado do RJ). Além de um posicionamento contrário a toda e qualquer forma de inquirição de crianças e adolescentes, o projeto do depoimento sem danos indica a forte tendência existente no cenário contemporâneo de utilizar o trabalho do assistente social e do psicólogo (e de outras categorias) para alimentar o sistema de justiça que atualmente direciona sua política numa perspectiva criminalizante.
"Falar em justiça é muito mais do que falar em Poder Judiciário ou instituições afins, como o Ministério Público. A oferta de serviços públicos que garantem os direitos humanos e a proteção integral de crianças e adolescentes promove a justiça, mas precisa ser pensada mais como  valor ético, e não somente como uma instituição. O que estamos assistindo é que as instituições do campo sociojurídico têm determinado a agenda dos serviços sociais para alimentar os ritos processuais e rotinas institucionais que não rebaterão de forma transformadora na realidade. E isso não é à toa: isso ocorre em um contexto nacional e internacional de recrudescimento do papel punitivo do Estado, em detrimento do papel protetivo a seus cidadãos. As formas de controle dos pobres, cada vez mais explorados e espoliados da riqueza socialmente produzida, passa pela ampliação do Estado Penal e das formas de disciplinamento de comportamentos. Não à toa essas requisições chegam às políticas de saúde, de assistência social, de segurança pública. E usam de um argumento de autoridade, absolutamente questionável, para impor aos profissionais das diversas instituições modus operandi que não lhe competem e que ferem os respectivos Códigos de Ética, ou refuncionalizando aqueles que já existem para responderem a esses interesses de utilização do sistema de justiça para responsabilizar e punir famílias pobres.", reflete o Presidente do CRESS-RJ, Charles Toniolo.
O evento tem como objetivo discutir estratégias de enfretnamento desse quadro no cotidiano dos profissionais que atuam com a proteção integral à criança e ao adolescente, e preparar aqueles que se elegeram delegados às Conferências Estaduais de Saúde e Assistência Social e aqueles que pretendem participar da de Segurança e de Criança e Adolescente, para fazerem essa discussão junto a outras entidades de defesa dos direitos da criança e do adolescente no espaço de definição dos rumos dessas políticas. Porém, todos os profissionais e demais defensores dos direitos da criança e do adolescente estão convidados.
O evento ocorrerá dia 30 de setembro, na UERJ, das 9 às 18:00hs, e conta com o apoio do Centro de Defesa da Criança e do Adolescente (CEDECA) e da Comissão de Direitos Humanos da OAB. Na programação, o advogado Pedro Pereira, a psicóloga Esther Arantes e a assistente social Eunice Fávero comporão a mesa central, conforme a programação que se encontra no cartaz. Clique aqui: http://cressrj.org.br/download/arquivos/Conferencia_Livre__set_2011_cartaz_A3_cor_b.pdf

No RJ e na PB, saúde pública é violentada

Parlamentares aprovam projetos de lei de privatização de política social. Votação da ADIN contra as Organizações Sociais passa a ser prioridade para defesa do SUS
Na CMJP, manifestantes foram impedidos/as pelos/as seguranças de assistir à plenária (foto: reprodução PBTV)

Nessa última semana, entre os dias 13 e 15 de setembro, a saúde pública foi brutalmente violentada no estado do Rio de Janeiro (RJ) e na cidade de João Pessoa (PB). Em ambos os locais, parlamentares aprovaram projetos de lei que permitem a transferência da administração do serviço público de saúde para as Organizações Sociais (OS).

Nem mesmo a mobilização de fóruns populares de saúde, sindicatos e movimentos sociais foi capaz de impedir a aprovação dos projetos. Os/as manifestantes foram vítimas de agressões e impedidos/as de acompanhar a votação na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) e na Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP).

“Fomos recebidos com truculência pelos seguranças e impedidos de assistir à plenária que aprovou este crime contra a saúde pública de João Pessoa”, denunciou o conselheiro do CFESS, Marcelo Sitcovsky, que participou dos protestos em frente à CMJP nos dias 13, 14 e 15 de setembro, organizado pelo Fórum Paraibano em Defesa do Sistema Único de Saúde.

No projeto aprovado pelos/as vereadores/as, não só a Saúde, mas outras políticas sociais também poderão ser geridas pela iniciativa privada, como a Assistência Social, Cultura, Educação etc. “Sabemos dos prejuízos causados pelas Organizações Sociais. Elas contratam trabalhadores sem concurso público, adquirem bens e serviços sem processo licitatório, alijam a participação da sociedade civil, já que não possibilitam o controle social, e sucateiam os serviços públicos para obtenção de lucros maiores para estas empresas”, denunciou Sitcovsky.

O conselheiro do CFESS reforçou ainda que é fundamental garantir qualidade aos serviços prestados à população, e que isso só é possível com aumento de verbas públicas e uma gestão pública das políticas sociais.

A agressão à saúde na Paraíba pode ser ainda maior, já que tramita na Assembleia Legisltativa do estado (ALPB) uma medida provisória que também passa à iniciativa privada a administração da saúde pública estatal. 

Veja a entrevista de Marcelo Sitcovsky ao PBTV, da Rede Globo

Veja vídeos da ação dos seguranças da CMJP que impediram que os/as manifestantes participassem da sessão

O conselheiro do CFESS, Marcelo Sitcovsky, critica a aprovação do projeto que vai sucatear a saúde pública de João Pessoa (foto: reprodução PBTV)

No Rio de Janeiro, o governo “recebeu” manifestantes contrários/as à privatização da saúde com sua famosa tropa de choque da Polícia Militar. Segundo a assistente social e integrante do Fórum de Saúde do Rio, Juliana Souza Bravo de Menezes, que participou dos protestos, os policiais usaram spray de pimenta e, claro, muita violência. “A tropa de choque já estava preparada desde cedo, bem como a segurança da Assembleia, a mando do governador do RJ, Sérgio Cabral, e do presidente da Alerj, Paulo Melo. Tudo isso para evitar que a população frequentasse as galerias da Assembleia. Tentamos negociar a entrada de um número maior de trabalhadores/as do que as 20 senhas fornecidas. E como resposta, fomos brutalmente agredidos/as”, relatou Juliana.

Ainda segundo a assistente social, representantes do Fórum do RJ e da Frente Nacional Contra a Privatização da Saúde estavam se reunindo, há pelo menos uma semana, quando o projeto entrou na pauta da Alerj, com os/as deputados/as para mostrar os prejuízos causados pelas OS. “Mas parece que o governo do RJ e grande parte do Legislativo querem transformar a Saúde em um balcão de negócios”, completou.  

Em nota divulgada em seu site oficial, o CRESS-RJ manifestou repúdio à ação contra os/as manifestantes, “que ali exerciam o seu direito político de se organizar e de expressarem sua opinião”. “A gestão de saúde por OS representa a privatização da saúde pública, no contexto da contrareforma do Estado, uma vez que essa passa a ser gerida pela lógica do mercado, e não pela garantia dos direitos humanos”, afirmou o Conselho Regional.

Veja vídeo do tumulto causado pelos seguranças da Alerj e pela tropa de choque do RJ

No Rio, a tropa de choque foi chamada para impedir a participação popular na Alerj (foto: reprodução do You Tube)

Votação pela procedência de ADIN contra a OS é fundamental
Há anos tramita no Superior Tribunal Federal (STF) a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN) 1.923/1998 contra a Lei 9.637/1998, que legaliza a terceirização da gestão de serviços e bens coletivos para entidades privadas, mediante o repasse de patrimônio, bens, serviços, servidores e recursos públicos. Se a ação for considerada procedente pelo Supremo, a Lei 9.637/1998 se torna inconstitucional. Com isso, a Saúde e outras políticas sociais não poderão ser geridas por OS ou quaisquer outras entidades de direito privado, como fundações.

Em 2011, a ADIN entrou na pauta do STF por duas vezes, mas em ambas as ocasiões as votações foram interrompidas por solicitação de pedidos de vista para analisar melhor a matéria. Em 31/3, o pedido foi feito pelo ministro Luiz Fux, e em 19/5, pelo ministro Marco Aurélio Mello.

Até o momento, somente o relator da ADIN, Ayres Britto, e Luiz Fux votaram, apontando a procedência parcial da Ação. Entretanto, o voto de Fux foi considerado bastante desfavorável, já que o mesmo desconsiderou todos os problemas que vêm sendo relatados em relação às OS, documentados no dossiê "Contra fatos não há argumentos que sustentem as Organizações Sociais no Brasil". No material, há uma série de reportagens denunciando as fraudes que envolvem os recursos públicos, os quais resultam na violação frontal ao princípio da Moralidade na Administração Pública, pela dispensa de licitação garantida às organizações sociais; os prejuízos à população, devido à ausência de controle social sobre as OS e o sucateamento dos serviços públicos para obtenção de lucros maiores para estas empresas; e a precarização das condições de trabalho e ausência de transparência na contratação de trabalhadores/as, abrindo um precedente para o clientelismo nesta contratação, suprimindo o caráter democrático do concurso público.

Desde 2010, o CFESS integra Frente Nacional contra a Privatização da Saúde (ou Frente contra as OS), formada por entidades, fóruns populares de saúde e movimentos sociais. Por esse motivo, o Conselho Federal vem convocar a categoria, mais uma vez, a ser signatária do abaixo-assinado contra a privatização da saúde e pela procedência da ADIN.

“Apoiar esta luta significa defender a qualidade nas políticas sociais e nos serviços por elas viabilizados. E falar em qualidade significa exigir condições éticas e técnicas de trabalho e efetivo financiamento das políticas sociais”, finaliza o conselheiro do CFESS, Marcelo Sitcovsky.

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Conheça no site do STF a ADIN 1.923/1998

E RELEMBRE

Para salvar a Saúde: mobilização contra a privatização do SUS ganha força

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A saúde pública vai sobreviver à espera?

Frente contra privatização do serviço público se reúne com Ministro do STF, Ayres Britto

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BPC na Escola abre nova adesão para municípios a partir desta quinta

A partir desta quinta-feira (15), inicia-se novo processo de adesão dos municípios, estados e Distrito Federal ao programa BPC na Escola. Mais de 2,6 mil municípios, incluindo todas as capitais, integram a iniciativa desde 2008. Esta é a oportunidade de renovar a adesão e de novos municípios começarem a participar.

Para aderir, a prefeitura deve acessar o Módulo de Adesão do Sistema BPC na Escola e preencher o Termo de Adesão. Ao entrar no programa, o município assume o compromisso de identificar, acompanhar e monitorar o acesso e a permanência na escola de crianças e adolescentes com deficiência, de até 18 anos, que recebem o Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social (BPC) do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS).

Os municípios que já fazem parte também deverão preencher o termo de adesão. “Quem aderiu em 2008 terá que reafirmar o compromisso de incluir crianças e adolescentes com deficiência no programa, para que elas possam ter acesso e permanecer na escola”, explica a coordenadora-geral da Secretaria Nacional de Assistência Social (SNAS) do MDS, Elyria Credídio.

A gestão, a regulação e a implantação do BPC na Escola são feitas pelo grupo gestor interministerial (GGI), formado por representantes do MDS e dos ministérios da Educação e da Saúde e da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República.

Para explicar o processo, o GGI promoverá, a partir desta semana, sete videoconferências com gestores e técnicos dos estados e das capitais. Serão sanadas dúvidas e apresentado o módulo do sistema que permite o registro do atendimento socioassistencial dos beneficiários pelos Centros de Referência de Assistência Social (Cras).


Cronograma das videoconferências do BPC na Escola
Dirigentes dos órgãos gestores e equipes técnicas das políticas responsáveis pelo programa e grupos gestores
DataHoraEstados
15 de setembro (quinta-feira)das 9h às 12hno Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina e capitais (Curitiba, Porto Alegre e Florianópolis)
15 de setembro (quinta-feira)das 14h às 18hno Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo e capitais (Vitória, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo)
16 de setembro (sexta-feira)das 9h às 12hno Amapá, Pará e Roraima e capitais (Macapá, Belém e Boa Vista)
16 de setembro (sexta-feira)das 14h às 18hno Acre, Amazonas, Rondônia e Tocantins e capitais (Rio Branco, Manaus, Porto Velho e Palmas)
19 de setembro (segunda-feira)das 9h às 12hem Alagoas, Bahia, Paraíba, Pernambuco e Sergipe e capitais (Maceió, Salvador, João Pessoa e Aracaju)
19 de setembro (segunda-feira)das 14h às 18hno Ceará, Maranhão, Piauí e Rio Grande do Norte e capitais (Fortaleza, São Luís, Teresina e Natal)
20 de setembro (terça-feira)das 9h às 12hno Distrito Federal e em Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul e capitais (Goiânia, Cuiabá e Campo Grande)


As videoconferências poderão ser assistidas, ao vivo, em salas do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (Datasus) em cada capital e pela internet. Confira aqui os contados regionais do Datasus.

Os gestores e técnicos poderão enviar perguntas e questionamentos durante a transmissão, pelo correio eletrônico bpcnaescola@mds.gov.br.

Números – O BPC na Escola provocou aumento de 21% para 53% no índice de presença na escola de jovens atendidos pelo BPC. Em 2007, dos 375.340 crianças e adolescentes beneficiários, 78 mil estavam na escola. Em 2010, o número saltou para 229.017 dos 435.928 beneficiários nessa faixa etária.

Informações para a imprensa
Ana Soares e Cristiane Hidaka
            (61) 3433-1065      
www.mds.gov.br/saladeimprensa

Concurso Prefeitura de Satubinha, Maranhão

A Prefeitura de Satubinha, Maranhão, abriu inscrições ontem, 12 de setembro, para o concurso público que fará a contratação de 40 profissionais com salários que variam entre R$ 545,00 a R$ 5.500,00 para os seguintes cargos:
Superior - Assistente Social, Bioquímico, Enfermeiro, Médico Clínico Geral, Nutricionista, Odontólogo, Enfermeiro e Psicólogo.
Médio - Técnico de Enfermeira e Técnico de Consultório.
Para concorrer, os interessados deverão efetuar a inscrição até o dia 30 de setembro, no site www.institutoaracaaranha.com.br, ou de forma presencial no Centro Administrativo localizado na rua Cesário Fahad. s/n, das 8h30 às 11h30 e das 14h30 às 17h30.
No ato de inscrição será necessário entregar os seguintes documentos:
  • Comprovante da taxa de inscrição;
  • Cópia do documento de Identidade;
  • Cópia do CPF;
  • Ficha de Inscrição devidamente preenchida, sem emendas ou rasuras.
Os candidatos serão avaliados por meio de prova objetiva, prevista para ser aplicada no dia 30 de outubro em locais e horários que serão confirmados pela organizadora.

Seminário Nacional de Serviço Social e a Questão Urbana

Evento acontece em São Paulo, nos dias 28 e 29/10. As inscrições estão abertas e são gratuitas
(arte: Rafael Werkema)

Entre as deliberações do 39º Encontro Nacional CFESS-CRESS, realizado em Florianópolis (SC) em 2010, a proposta número 15 do eixo Seguridade Social apontava a necessidade de fortalecer as lutas pelo direito à cidade, nas dimensões urbana e rural. E um dos indicativos foi o de realizar debates no âmbito do Conjunto CFESS-CRESS sobre o Serviço Social e o direito à cidade em suas dimensões ética, política e social, e sua transversalidade nas políticas púbicas e na garantia dos direitos humanos.

Por esse motivo, nos dias 28 e 29 de outubro, São Paulo (capital), uma das cidades mais populosas do mundo, receberá o seminário nacional "Serviço Social e a Questão Urbana no Capitalismo Contemporâneo". O evento, organizado pelo CFESS em parceria com os CRESS representando as cinco regiões do país, vai discutir a questão urbana e a inserção do/a assistente social neste debate. As inscrições, gratuitas, estão abertas. As vagas são limitadas. Estudantes e profissionais de outras áreas poderão participar. 

"Pensar em direito à cidade significa pensar em direito a: trabalho, seguridade social pública, educação, cultura, lazer, segurança pública e participação política. Significa, ainda, viver com direito à diversidade em relação à liberdade de orientação e expressão sexual e identidade de gênero e à questão étnico-racial", explica a conselheira do CFESS e integrante da comissão organizadora do evento, Kátia Madeira.

"Crise capitalista e questão urbana", "Lutas sociais e estratégias de resistência: desafios na perspectiva do projeto ético-político profissional do Serviço Social", e "Emancipação humana e luta política: desafios na concretização do direito à cidade" são alguns dos temas propostos pelo Seminário, que vai reunir também profissionais de outras áreas e diversos movimentos sociais.

"Esperamos um grande número de profissionais que trabalham nas áreas de habitação, saneamento, meio ambiente, saúde, educação, assistência social, entre outras, para problematizar as novas requisições e competências assumidas pelo/as assistente social e as tensões que vivenciamos no nosso cotidiano profissional", sinaliza Nuria Pardillos, conselheira do CRESS-SP e integrante da comissão organizadora.

No ano passado, durante a 4ª Conferência Nacional das Cidades, em Brasília (DF), foi lançando um CFESS Manifesta que apontava uma direção de debate. "O Serviço Social defende o direito à cidade para todo/as", diz o documento. A conselheira Kátia completa: "a defesa do direito à cidade está na luta pelo acesso universal aos serviços, na distribuição democrática dos bens produzidos, no incentivo ao diálogo intercultural. O direito à cidade é, eminentemente, a luta pela defesa da construção de um modo de viver com ética pautado na igualdade e liberdade substantivas e na equidade social. O direito à cidade é a luta para romper com a desigualdade social".

Mais informações sobre o seminário
As inscrições para o seminário nacional "Serviço Social e a Questão Urbana no Capitalismo Contemporâneo" estão abertas e devem ser realizadas somente pelo site do CFESS.

As vagas são limitadas, sendo 500 para assistentes sociais, 100 para profissionais de outras áreas e 100 para estudantes (de Serviço Social e outros cursos). Lei com atenção como funcionará o processo de inscrição:

  1. Ficha de pré-inscrição: Você deverá preencher a ficha de pré-inscrição (link disponível no site do CFESS) para o evento, de acordo com a modalidade (assistente social, profissional de outras áreas e estudantes). Esta ficha estará disponível enquanto houver vagas.
  2. E-mail de confirmação de pré-inscrição: depois preencher a ficha de pré-inscrição no site, você receberá, entre os dias 15 e 18 de setembro, um e-mail do CFESS para confirmar seu interesse em participar do Seminário. Atenção: sua inscrição só será efetivada se você clicar no link disponível pelo e-mail, confirmando sua a presença.
  3. Comprovante de Inscrição: ao confirmar sua participação através do e-mail que o CFESS enviará (etapa 2), você receberá, também por e-mail, um comprovante de inscrição.
Vale lembrar que:

  • Ao preencher o número total de vagas, o sistema de inscrição ficará bloqueado até que novas vagas sejam disponibilizadas, caso algum/a pré-inscrito/a não confirme presença. Não haverá lista de espera;
  • Ao receber o e-mail para confirmação, só confirme se você realmente puder participar: as vagas são limitadas! A não-confirmação por e-mail acarreta automaticamente o cancelamento de sua inscrição.
Clique nos links abaixo de acordo com a categoria e inscreve-se!

Assistentes sociais (500 vagas)
Profissionais de outras áreas (100 vagas)
Estudantes (100 vagas) - Atenção: vagas esgotadas para esta modalidade. Aguarde novo período de inscrição, que começa em 19 de setembro, se houver desistência.

ANOTE
Seminário Nacional Serviço Social e a Questão Urbana no Capitalismo Contemporâneo
Data: 28 e 29 de outubro de 2011
Local: Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistência Social - Rua São Joaquim, 381, bairro Liberdade - São Paulo-SP (próximo ao metrô São Joaquim)
Inscrições gratuitas

Em breve, divulgaremos programação completa do evento e dicas de hospedagem em São Paulo.

Outras informações, somente pelo e-mail seminario@cfess.org.br

Conselho Federal de Serviço Social - CFESS
Gestão Tempo de Luta e Resistência – 2011/2014
Comissão de Comunicação

Rafael Werkema - JP/MG 11732Assessor de Comunicaçãocomunicacao@cfess.org.br

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Com cerca de 82 mil profissionais em todo o Brasil, a PL 5278/2009 prevê a fixação de um piso salarial para as (os) Assistente Sociais de R$ 3.720,00 e jornada de trabalho de 30h semanais.

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